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quarta-feira, 27 de julho de 2016

ESTAMOS EM GUERRA: De que lado você está?

Vivemos uma guerra invisível entre o bem e o mal, porém, muito visível quando sentamos frente à tela da TV, do computador, tablet ou celular... Não raro nos perguntamos: o que é que está acontecendo com o mundo? Com as pessoas? Quanta maldade...
E você acha o quê? Que Nietzsche tinha razão quando disse que tudo tudo é consequência de uma causa? E que o mal ou o bem tem relação com o nosso livre arbítrio, independentemente de moral ou de regras sociais? Ou era um pensador dicotômico, que mal podia sustentar suas ideias mais firmes quando o assunto permeava o bem e o mal? 

Pois bem! Me parece que ele acreditava no amor (e em Deus – pasme), quando em seu livro ALÉM DO BEM E DO MAL, declarou  aforicamente Aquilo que é feito a partir do amor acontece além do bem e do mal.(p. 153)”. Bom, pense comigo: se “Deus é Amor” (1 João 4:8), Nietzsche quis afirmar que Deus está sobre o Bem e o Mal. O alemão não disse, mas perdeu a oportunidade, e com certeza deve estar me agradecendo por estar dizendo!!! Não é verdade? Muito embora o alemão em seus transes dicotômicos entendesse que Deus estivesse morto... de cansaço, talvez!

O bem e o mal seria uma questão religiosa, espiritual? Já cheguei a pensar que aqui seria uma classe de ‘Inferno’ carnal. E que estaríamos todos aqui para termos uma segunda chance em escalada ao ‘Céu’, uma espécie de repescagem... Por isso temos a impressão que o mal está vencendo a batalha... não é!!! Nosso espírito tem memória, e o motivo pelo qual estaríamos aqui foi não ter passado na primeira chance para o Céu. Ainda penso assim!

Mas, que bom que temos consciência!!!

Consciência de Deus, do diabo, do bem, do mal, da causa e seu efeito, do amor, da guerra... e de tudo que pode trazer para você e para sua família!
É tempo de consciência e reflexão! Vamos dizer BASTA ao Mal !!!
Cada um do seu jeito e de sua forma de pensar! Vamos respeitar o entendimento do outro, enquanto bom!

"A luta, será mais no interior de cada um que deverá armar-se com as armas da Razão e do Conhecimento de modo a lutar com fé e serenidade dando ao mundo a sua melhor contribuição, sem se deixar enganar ou iludir pelos ‘sinais’ que afastam da luz e levam pelos caminhos de Condenação." RUI PALMELA

"A guerra espiritual, que é a luta entre o bem e o mal, não é uma obra de ficção, mas uma realidade. Sábios são aqueles que a levam a sério e se preparam para ela. Nessa guerra existem duas constantes e uma variável. A primeira constante é Deus, o bem, o poder maior, aquele que nunca conheceu nem conhecerá uma derrota. A outra constante é o Diabo, o mal, poder inferior ao de Deus, aquele que nunca conheceu nem conhecerá uma vitória sobre Deus. A variável é o homem, que por si só é a menor de todas as forças, aquele que é amado por Deus e odiado pelo diabo. O homem pode vencer ou perder, tudo depende com quem ele se alia; se vier a Deus e com Ele se comprometer, vencerá, mas se atentar para o lado do mal, sofrerá derrotas. Deus e o diabo querem os homens e por eles chamam e estes escolhem a quem atender. Na luta por nossas famílias, como guerreiros de Deus, devemos fazer tudo o que está ao nosso alcance com nosso testemunho, intercessão, batalha espiritual e palavras sábias. Se assim o fizermos, poderemos trazer uma grande influência à vida dos nossos familiares para que eles escolham Deus." 
PR. SILAS ZDROJEWSKI

O conflito não é entre o bem e o mal, mas entre o conhecimento e a ignorância. BUDA

Certo é que tenho paciência, mas não devemos ficar inertes!!! Orai, vigiai e simpatia neles!!!   




Esmeralda Task, a Cigana




segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Reflexão Sobre O Julgamento (Texto "Os Bons Olhos")

"Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós." Mateus 7:1-2


"E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu olho? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, estando uma trave no teu? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão." Mateus 7:3-5





OS BONS OLHOS

“Um homem morava no deserto e tinha quatro filhos ainda adolescentes.
Querendo que seus filhos aprendessem a valiosa lição da não precipitação nos julgamentos, enviou-os para uma terra onde havia muitas árvores. Mas ele enviou-os em diferentes épocas do ano.

O primeiro filho foi no inverno, o segundo na primavera, o terceiro no verão e o mais novo foi no outono.
Quando o último deles voltou, o pai reuniu-os e pediu que relatassem o que tinham visto.
O primeiro filho disse que as árvores eram feias, meio curvadas, sem nenhum atrativo.
O segundo filho discordou e disse que na verdade as árvores eram muito verdes e cheias de brotinhos, parecendo ter um bom futuro.
O terceiro filho disse que eles estavam errados, porque elas estavam repletas de flores, com um aroma incrível e uma aparência maravilhosa.
Já o mais novo discordou de todos e disse que as árvores estavam tão cheias de frutos que até se curvavam com o peso, passando a imagem de algo cheio de vida e substância.
Aquele pai então explicou aos seus filhos adolescentes que todos eles estavam certos.
Na verdade eles viram as mesmas árvores em diferentes estações daquele mesmo ano.
Ele disse que não se pode julgar uma árvore ou pessoas por apenas uma estação ou uma fase de sua vida.
”

quarta-feira, 25 de março de 2015

Reflexão: A Fábula Cherokee dos Dois Lobos


“Certo dia, um jovem índio Cherokee chegou perto de seu avô para pedir-lhe um conselho.

Momentos antes, um de seus amigos havia cometido uma injustiça contra o jovem e, tomado pela raiva, o índio resolveu buscar os sábios conselhos daquele ancião.

O velho índio olhou fundo nos olhos de seu neto e disse:

Eu também, meu neto, às vezes, sinto grande ódio daqueles que cometem injustiças sem sentir qualquer arrependimento pelo que fizeram. Mas o ódio corrói quem o sente, e nunca fere o inimigo. É como tomar veneno, desejando que o inimigo morra.

O jovem continuou olhando, surpreso, e o avô continuou:

Várias vezes lutei contra esses sentimentos. É como se existissem dois lobos dentro de mim. Um deles é bom e não faz mal. Ele vive em harmonia com todos ao seu redor e não se ofende. Ele só luta quando é preciso fazê-lo, e de maneira reta.
Mas o outro lobo… Este é cheio de raiva. A coisa mais insignificante é capaz de provocar nele um terrível acesso de raiva. Ele briga com todos, o tempo todo, sem nenhum motivo. Sua raiva e ódio são muito grandes, e por isso ele não mede as consequências de seus atos. É uma raiva inútil, pois sua raiva não irá mudar nada. Às vezes, é difícil conviver com estes dois lobos dentro de mim, pois ambos tentam dominar meu espírito.

O menino olhou intensamente nos olhos de seu avô e perguntou: E qual deles vence?

Ao que o avô sorriu e respondeu baixinho: Aquele que eu alimentar.”

terça-feira, 17 de março de 2015

Simpatia Cigana Para Conseguir O Perdão De Uma Pessoa


 "Se  examinássemos a nós mesmos, não seríamos condenados." (1 Cor. 11, 31)



Fácil é julgar comportamento dos outros. Quando é conosco, quando erramos, logo tentamos dar um jeitinho de sermos desculpados, especialmente utilizando simpatias para conseguir o perdão da pessoa que magoamos. Funciona? Sim, pode funcionar... magia é magia! Mas aprendemos o que com isso? Algumas consequências até nos beneficiam, outras nos ensinam duras lições, mas nenhum ato deixa de ter algum efeito sobre nossa vida ou de outras pessoas. Será que nós realmente assumimos a responsabilidade pelas consequências que desencadeamos? Será que somos maduros o suficiente para nos arrepender sinceramente e pedir desculpas a quem magoamos antes mesmo de pensar em fazer alguma simpatia, feitiço, magia? Bom, fica aí para reflexão!

Para fazer esta simpatia, escolha uma lua boa (qualquer uma, exceto minguante).
Pegue um pratinho de louça, três velas brancas, um palito de madeira, óleo de amêndoas, uma rosa banca, um pratinho branco, um punhado de açúcar, duas folhas de árvores frutíferas diferentes e o pedido de desculpas anotado com lápis de cor verde em um papel também verde.

Com um faca corte o pavio de duas velas e acerte para que fiquem retas. Do outro lado destas velas, corte meio centímetro e faça novos pavios. Com o palito escreva em uma vela seu nome de batismo e na outra vela o nome de batismo da pessoa que magoou, no sentido do novo pavio para base. Unte as velas com o óleo de amêndoas utilizando o dedo médio, também no sentido do pavio para a base – mentalize a pessoa te perdoando, mas também pense no seu sincero arrependimento para que a simpatia seja eficaz.

Pegue as folhas de arvores e coloque o pedido de desculpas entre elas. Ponha o pratinho de louça em cima delas. Deixe quieto.

Acenda a outra vela branca normalmente e vá unindo as outras duas que você preparou, com a cera derretida dela, de modo que fiquem bem juntinhas e da mesma altura. Apague a vela que está sozinha.

Agora acenda as velas que estão juntinhas e prenda-as no centro do pratinho. Coloque as pétalas ao redor das velas e faça uma calda fria com o açúcar e um pouquinho de água (para ficar bem grossa). Despeje por cima das pétalas.

Faça o sinal da cruz três vezes, reze um Pai Nosso, uma Ave Maria e a seguinte oração, por três dias – no terceiro dia, despache tudo na porta de uma igreja de um santo masculino:


“Senhor Jesus Cristo, eu, pecador, não presumindo dos meus próprios méritos, mas confiando na vossa bondade e misericórdia, temo entretanto e hesito em aproximar-me da mesa do vosso doce convívio. Pois meu corpo e meu coração estão manchados por muitas faltas, e não guardei com cuidado o meu espírito e a minha língua. Por isso, ó bondade divina e temível majestade, na minha miséria recorro a Vós, fonte de misericórdia; corro para junto de Vós a fim de ser curado, refugio-me na vossa proteção, anseio ter como Salvador Aquele que não posso suportar como Juiz. Senhor, eu Vos mostro as minhas chagas e Vos revelo a minha vergonha. Sei que os meus pecados são muitos e grandes, e temo por causa deles, mas espero na vossa infinita misericórdia. Olhai-me, pois, com os vossos olhos misericordiosos, Senhor Jesus Cristo, Rei eterno, Deus e homem, crucificado por causa do homem. Escutai-me, pois espero em Vós; tende piedade de mim, cheio de misérias e pecados, Vós que jamais deixareis de ser para nós fonte de compaixão. Salve, Vítima salvadora, oferecida no patíbulo da Cruz por mim e por todos os homens. Salve, nobre e precioso Sangue, que brotas das chagas do meu Senhor Jesus Cristo crucificado e lavas os pecados do mundo inteiro. Lembrai-Vos, Senhor, da vossa criatura resgatada por vosso Sangue. Arrependo-me de ter pecado, desejo reparar o que fiz. Livrai-me, ó Pai clementíssimo, de todas as minhas iniquidades e pecados, para que, inteiramente purificado, mereça participar dos Santos Mistérios. E concedei que o vosso Corpo e o vosso Sangue, que eu, embora indigno, me preparo para receber, sejam perdão para os meus pecados e completa purificação de minhas faltas. Que eles afastem de mim os maus pensamentos e despertem os bons sentimentos; tornem eficazes as obras que Vos agradam, e protejam meu corpo e minha alma contra as ciladas dos meus inimigos”.

Amém.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Mensagem de Amor Para Reflexão

"Não confundas o amor com o delírio da posse, que acarreta os piores sofrimentos. Porque, contrariamente à opinião comum, o amor não faz
sofrer. O instinto de propriedade, que é o contrário do amor, esse é que faz sofrer. (...) Eu sei assim reconhecer aquele que ama verdadeiramente: é que ele não pode ser prejudicado. O amor verdadeiro começa lá onde não se espera mais nada em troca". 

Antoine de Saint-Exupéry

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Reflexão Para a Vida

“Esta é uma pequena história sobre quatro pessoas: Todo Mundo, Alguém, Qualquer Um e Ninguém.
Havia um importante trabalho a ser feito e Todo Mundo tinha certeza de que Alguém o faria. 

Qualquer Um poderia ter feito isso, mas Ninguém o fez.
Alguém ficou irritado com isso porque era o trabalho de todos.
Todo Mundo pensou que Qualquer Um poderia fazê-lo, mas Ninguém percebeu que Todo Mundo não faria isso.

Acabou que Todo Mundo culpou Alguém quando Ninguém fez o que Qualquer Um poderia ter feito”.